quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Confiança


Antes de reclamar dos ciúmes dela, mostre ser uma pessoa confiável. Que seu coração já não pensa em outro sorriso exceto o dela. Viaje o planeta, rode o mundo, mas antes, deixe ela confiar em você. 
Não precisa ser um super-homem, mostrando que é quase um ser onipresente, daqueles que avisam os minúsculos passos, até porque avisar é fácil, difícil é estar. 
Não seja como todos os outros que já passaram em sua vida e sumiram sem deixar rastros. Ela aos poucos tem entregado o coração pra você, sinta-se privilegiado.
Não tenha vergonha de estar com ela, tenha orgulho! Apresente-a pros amigos, pra família e pro mundo. Olhe pra ela apaixonadamente e dane-se quem te critica por isso. Beije se estiver vontade, abrace quando estiver afim. Assuma um compromisso e faça planos.
Construa um futuro juntos e a leve para onde for. Quando se gosta a gente quer ter por perto. Pra transbordar, pra ser intenso, pra provar que felicidade existe.
Faça ela entender o motivo de não ter dado certo com ninguém antes. Faça ela agradecer por ter te encontrado e retribua dizendo ser recíproco.
Ela quer apenas sinceridade ao ponto de poder fechar os olhos para dormir e dizer: "posso confiar nesse cara".

Texto: Rogério Oliveira e Pedro P. Lopes

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Superficial

O Mundo de Larissa dá início ao mês de outubro de uma maneira diferente. Rolando o feed de notícias do meu Facebook, me deparei com o texto abaixo. Não foi escrito por mim assim como quase todos os textos deste blog, mas traduz de forma clara aquilo que eu penso sobre relacionamentos, pelo menos em relação ao tema abordado pela autora. Espero que gostem!
A geração da rapidinha chegou. Foto bonita no Facebook, entra na página, vasculha o perfil, descobre quem é pai, mãe, melhor amigo, cachorro, casa de praia, onde passou o último verão, e quem foi a última namorada. Adiciona como amigo. Aceitou. Manda Inbox. Respondeu. 10 frases e passa o WhatsApp. -Oi, oi; por aqui é bem melhor. -E aí, o que vai fazer no fds? -Vou na festa e vc? -Também. -Então nos encontramos lá. Alguns dias de ansiedade e chega a hora. Será que ele vai? Com que roupa eu vou? Batom vermelho? Acho que não rola amiga. Vai de nude, salto e saia. -Oi, oi; prazer, prazer. Beijos!!!! Beijos… Beijos sem muita conversa. Mas também, porque beijos precisam ser quase imediatos? Daí rola aqueles olhares sem muita profundidade. Vontade sem muito entusiamo. Mas o que podemos esperar de uma relação tão sem “relação”? Mas está bom, melhor que nada. Vida de solteira anda meio difícil não é mesmo? -Deixa que eu te levo em casa então.

No outro dia de manhã tem WhatsApp. Quem manda primeiro? Quem está mais interessado? Não, quem é mais maduro. Um oi e um tchau. Uma noite, duas noites… Uma semana e uma mudança de lua são suficientes para acabar. A regra das relações rapidinhas segue a mesma constância: acho que não era para ser. É alto demais, é loiro, não trabalha, tem poucos seguidores, vive na balada, gosta de comer milho na frente dos outros e tem uma família meio torta. “Nada”, isso é o que significa as características que usamos para terminar alguma coisa que mal teve a chance de começar. A gente corta as asas de quem nem aprendeu a voar ainda. As pessoas perderam o olhar longo, a jogada de cabelo… Perderam a emoção de um sms escrito “estou com saudades”. Será que ninguém mais tem vontade de olhar as estrelas sem pensar em mais nada além daquele momento? Com aquela pessoa? Será que eu estou sozinha nesse mundo super lotado de pessoas sempre online?
Parece que nada mais tem graça, parece que tudo anda meio vazio. Tudo é tão igual. A gente está perdendo a sutileza de saber o que significa se entregar, merecer, conquistar, estar, viver… Se perceber e se doar. Se amar e admirar a cor dos olhos do outro. A textura do cabelo, os ossinhos da mão e o jeito de andar rápido quando está atrasado. Sabe aquela voltinha na coluna que ninguém tem igual a ninguém? Ninguém mais repara nela. A gente existe por likes. Viaja por comentários, e vai para academia pelo espelho. A legging mais confortável perdeu espaço para a mais bonita. Essa é a lógica das relações de hoje: o que faz bem foi deixado de lado pela triste beleza do que faz mal. Eu tenho medo de pensar onde isso vai parar. Em um mundo onde se compra casamentos, seguidores, silicones, bocas carnudas e o perfect365 é de graça, eu fico pensando: será que um dia alguém ainda vai reparar quantos tipos de sorriso eu tenho?

Texto: Suh Riediger

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Larissa puxa saco

Sim, essa era a minha definição nos tempos de escola e com a faculdade não mudou muita coisa. Eu sempre gostei de ser amiga dos meus professores e funcionários das escolas em que eu estudei. Mas muito mais que a vontade de ser amiga, eu os respeitava e os tratava com toda a educação que havia em mim, coisa que recebi em casa.
O problema é que meus lindos coleguinhas nunca entenderam isso e sempre me tachavam como “a puxa saco”, o que me deixou chateada por algum tempo, mas depois que eu entendi que não precisava me importar com o que os outros pensavam porque o mais importante era o que eu pensava e sentia em relação a mim, nada mais me abalou.
Gostar dos meus professores e ter uma boa relação com eles nunca foi um problema para mim. Por ser uma pessoa difícil de construir amizades com pessoas da mesma idade que eu, era aos professores que eu recorria. Eu admiro esses profissionais assim como as pessoas admiram seus super heróis, eles são os meus. Para mim, meus professores são uma ferramenta para o meu sucesso no futuro e, como uma pessoa pensa muito nisso, eu "agarro" todos os ensinamentos que posso.
Falar desses profissionais que tanto me fizeram e fazem crescer como pessoa é emocionante, nada vai apagar as marcas que cada um, com seu jeito diferente de ensinar, deixou em mim. Eu poderia citar e falar aqui sobre cada um daqueles que fizeram uma marquinha na minha educação e em meu caráter, mas como são muitos, vocês iriam querer me matar! (risos)
Conselho da Lalá: valorizem seus professores, ainda mais aqueles que exercem essa profissão com tanto amor.

Beijo, beijo! 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Minha curta e doce vida saudável



Oi, Oi, Oi!
Sejam bem-vindos mais uma vez ao Mundo de Larissa, uhul!

Atividade física. Eu não sou a melhor pessoa para falar desse assunto, até porque comecei a malhar no mês passado, mas achei que seria interessante falar a respeito da experiência que venho tendo na academia e, consequentemente, no meu dia-a-dia.
Tomei a iniciativa de começar a malhar por todos os motivos que a maioria das mulheres começam: perder peso, ganhar massa e definir a musculatura. Profissionais da educação física que me perdoem, mas eu não sei usar aqueles termos que vocês usam para falar sobre academia. Além disso eu, com meu pensamento todo fitness, sabia que precisava fazer algum tipo de atividade/exercício físico para ter uma vida mais saudável.
E não é que deu certo?! Como eu já disse, não faz nem um mês que estou malhando, mas já pude perceber mudanças no meu corpo, e não estou falando de definição ou perda de peso. Em pouco tempo de academia, me sinto muito mais disposta e até minha postura física melhorou. É difícil começar? É. Mas depois que entramos nesse mundo fitness, acho que até o nosso psicológico é afetado, sério rs. A cada dia que passa mais vontade eu sinto de estar em movimento, de fazer algo que sei que beneficiará minha saúde, e isso é incrível! Vale ressaltar que juntamente com o exercício físico, a reeducação alimentar é fundamental para atingirmos nossos objetivos.
O difícil é ter atitude para começar. Somos dominados pelo sono e a preguiça (é, eu sei), e a última coisa que sentimos é força de vontade para entrar na academia e fazer a matrícula. 
A palavra-chave é "Força de Vontade", sem ela não se chega a lugar nenhum. Não fiquem aí parados! Corram atrás dos seus objetivos e, acima de tudo, de uma vida saudável. E não estou falando apenas de academia ou malhação não, tudo o que estiver relacionado a atividade física como as práticas esportivas, por exemplo, também vale!

É isso aí, fiquem todos com Deus e tenham um ótimo mês!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Separação

Olá, olá, olá!
Hoje entrarei em um assunto meio delicado pelo qual passei em minha infância: a separação dos meus pais.
Esse blog chama-se "Mundo de Larissa" (avá!), e nesse mundo nem todos os dias são coloridos; tem suas lutas, vitórias, seus contentamentos e também descontentamentos.
Eu tinha aproximadamente 7 anos quando aconteceu. Nessa idade, uma criança, mesmo que muito observadora, não tem muita noção do que acontece ao seu redor, principalmente quando se trata de assuntos de adultos, e comigo era exatamente assim. Mas lembro-me perfeitamente de algumas noites que minha mãe ficava sem dormir e lembro o quanto sofri com ela quando meu pai saiu de casa.
Eu não culpo nenhum dos dois por isso, tenho certeza de que foi uma atitude necessária. Entendo que um relacionamento que não dá certo e em que ambos não encontram-se felizes não tem como seguir em frente.
Quando digo que tenho pais divorciados, as pessoas me olham com aquela cara de "Coitada, deve ser tão ruim ter pais separados", mas a verdade é que eu não me importo mais, e se esse foi o propósito de Deus para a minha vida só tenho que agradecê-lo, pois tenho um relacionamento ótimo com meus pais e que talvez não teria se eles ainda estivessem juntos. 
Não posso dizer que às vezes não sinto falta, aliás, lembro-me de quando íamos passear juntos, de quando dormia entre os dois e das noites lá em casa. Mas essa tristeza passageira não é nada comparado à certeza de que Deus sempre esteve no controle. Mesmo separados, meus pais são a minha base, cada um com seu jeito de ensinar, de dar conselhos, de fazer rir, de dar broncas. E são essas coisas que me completam e me fazem ser o que sou hoje.

Fiquem com Deus!